A automação comercial já chegou e precisamos adaptar os nossos processos de negócios a esse novo contexto. Entender um pouco mais sobre a nota fiscal do consumidor eletrônica (NFC-e) evita muitos problemas. 

Trata-se de uma maneira de aumentar a eficiência operacional sem gerar custos e riscos desnecessários. A Legislação tributária ainda é um tema complexo para muitos comerciantes, por isso, contar com uma assessoria fiscal pode ser interessante.

O cotidiano dos varejistas e empreendedores é bem dinâmico e corrido. Assim, emitir documentos online deve ser uma tarefa rápida e prática. Esse esforço faz com que os gestores do negócio ganhem mais tempo livre para as demandas críticas. 

Ficou interessado no assunto? Então, confira agora como emitir a nota fiscal do consumidor eletrônica de forma eficaz. Venha comigo e boa leitura!

Afinal, o que é a nota fiscal do consumidor eletrônica?

Trata-se de um documento para substituir o cupom fiscal via Emissor de Cupom Fiscal (ECF) e a nota fiscal de venda ao consumidor modelo 2. O intuito é facilitar as rotinas empresariais sem deixar de lado a responsabilidade fiscal

A NFC-e é um comprovante da prestação de serviços ou do fornecimento de produtos. Trata-se de um registro das transações comerciais e do recolhimento de taxas, impostos e contribuições.

Com isso, ganha-se mais agilidade no repasse de informações ao fisco. Essas rotinas servem para desestimular a sonegação de impostos e informalidade comercial. Vale reforçar a importância de manter as obrigações tributárias do seu negócio em dia. 

Desse modo, você consegue evitar custos financeiros desnecessários e até mesmo demandas judiciais. Conheça agora os 7 problemas mais comuns no processo de emissão da nota fiscal do consumidor eletrônica.

1. Falhas no cadastramento dos clientes e produtos

Estamos na Era Digital, e a quantidade de informações criadas, convertidas e distribuídas aumenta numa velocidade exponencial. Isso reforça a importância de processos empresariais padronizados. É interessante que os gestores comerciais aprender a lidar com volumes cada vez maiores de dados. 

Assim, evita-se falhas no cadastro dos clientes, produtos, serviços e tributos e o aumento das filas nos horários de pico do seu estabelecimento. Todo esse esforço contribui para o aumento da satisfação do cliente e da recorrência das compras.

2. Impressões desnecessárias

Um dos grandes objetivos da NFC-e é reduzir a quantidade de papel e documentos físicos nas lojas. Esse esforço por parte de cada comerciante pode ajudar muito no desenvolvimento econômico sustentável e na redução dos custos operacionais. 

A legislação não exige mais a impressão dessas notas eletrônicas. Isso representa uma chance de rever e redesenhar os processos internos mais críticos do seu negócio para ganhar mais efetividade. Por ser uma informação digital, é possível disponibilizar esses comprovantes aos clientes via e-mail, base de dados da Receita Federal ou QR Code.

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3. Armazenamento de dados

Com base na legislação tributária, o emissor deve-se realizar a armazenagem dos arquivos digitais das NFC-e por um período mínimo de 5 anos. Isso reforça a importância de treinar e capacitar suas equipes no preenchimento correto das informações fiscais. 

Vale lembrar que os estabelecimentos comerciais de todos os portes movimentam grandes quantidades de dados financeiros. Por isso, é interessante padronizar essas rotinas e conhecer um pouco mais sobre Segurança da Informação para evitar problemas com o fisco.

4. Conformidade com a legislação

É sempre muito sensato que os comerciantes estudem um pouco mais as normas e regulamentos sobre tributação. A legislação brasileira tem muitas particularidades e exceções com influências diretas no faturamento do seu negócio. 

Assim, ficar por dentro das mudanças fiscais é uma maneira de se manter atualizado e ainda reduzir despesas com impostos. É importante reforçar também a questão das datas e dos prazos limites para a emissão das NFC-e. Desse modo, evita-se multas e penalizações.

5. Certificados digitais

A certificação digital é uma área da tecnologia responsável por prover algoritmos de criptografia e segurança na transmissão de informações pela internet. Esses conhecimentos também se aplicam ao contexto das notas fiscais eletrônicas

Os certificados digitais identificam, atestam e autenticam os registros das pessoas físicas e jurídicas nas bases de dados dos fiscos por meio dos sistemas e-CPF e e-CNPJ. Vale sempre prestar atenção ao prazo de validade do certificado do seu estabelecimento. Com isso, você pode se antecipar, evitar burocracias e não prejudicar suas vendas futuras.

6. Rejeição das notas

A rejeição de uma nota fiscal eletrônica é uma situação bem comum para os lojistas. As principais causas desse problema são: não cadastramento da empresa como emissora de NFC-e, assinaturas digitais corrompidas e inconsistências nas informações dos clientes. 

A falta de cuidado no preenchimento dos dados financeiros e fiscais pode onerar bastante o desempenho das suas equipes. Com isso, perde-se muito tempo com tarefas burocráticas que agregam pouco valor ao negócio. Nesse caso, entender um pouco mais sobre otimização de processos é uma opção interessante.

7. Altos gastos com tecnologia

As soluções de TI (tecnologia da informação) surgiram como uma forma de facilitar as rotinas do comerciante. O problema é que hoje em dia já existem muitas empresas que desenvolvem programas em larga escala sem levar em conta as particularidades da sua clientela. 

Essa situação faz com que muitas empresas tenham gastos elevados com sistemas de informação subutilizados. Assim, é interessante pesquisar um pouco mais sobre as empresas de automação comercial e industrial e verificar qual se adéqua à realidade do seu negócio.

Enfim, essas são as principais informações que você precisa saber para emitir as suas NFC-e com eficácia. Vale ressaltar que todos esses esforços contribuem bastante para os resultados financeiros de médio e longo prazo do seu estabelecimento. 

Por isso, contar com um bom sistema para a emissão rápida e prática das suas notas fiscais pode ser uma opção de investimento interessante. Trata-se de uma estratégia de automação comercial para diferenciar sua marca da concorrência. Muito bem, agora você já sabe emitir de forma eficaz a nota fiscal do consumidor eletrônica. 

Gostou do texto? Então, confira também esse artigo sobre a importância da nota fiscal para o negociante e consumidor e deixe a sua opinião. O seu feedback é muito importante para nós. 

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